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terça-feira, 27 de novembro de 2012

Devocional - Lília Paz: esperar com paciência

"...Vejam como o lavrador espera com paciência que a sua terra dê colheitas preciosas. Ele espera pacientemente pelas chuvas do outono e da primavera..." Tiago 5.7b NTLH.

A Bíblia nos diz que devemos esperar pelas promessas de Deus como um agricultor espera a sua colheita. O bom lavrador planta e não se preocupa se as sementes irão "vingar" ou não. Ele não perde o sono pensando: "tomara que o meu milho tenha raiz." Não, ele espera com confiança, sabendo que a colheita virá. Ele faz a sua parte, pois sabe que a semente vai produzir uma boa colheita.

Da mesma forma, devemos esperar com confiança pelas promessas do Senhor. Temos que permanecer firmes em Sua Palavra. Esperar como o agricultor. Esperar com confiança. Por isso, amados do Senhor, coloquem a Palavra de Deus em prática, façam sua parte e confiem no Senhor, e assim como o agricultor, desfrutem de uma grande colheita de bênçãos em sua vida!

Deus os abençoe!

Fonte: Lília Paz

Resgatando a paternidade integral Parte 2


Resgatando a paternidade integral Parte 2 de 3

Pr. Josué Gonçalves

Todo filho quer um pai que ensine com o exemplo, do que com palavras.

A psicologia chama de projeção quando identificamos no outro aquela característica que é própria em nós. Normalmente, temos mais facilidade em identificar os erros e defeitos no outro – mais que as virtudes que essas pessoas têm.

Quando isso acontece no ambiente familiar, invariavelmente, nos inclinamos a corrigir nos filhos os erros que os vemos cometer, esquecendo-nos de que nós os ensinamos com o próprio comportamento a agir assim. Isso choca um pouco, eu sei, mas quem poderá dizer que na prática não é isso o que acontece?

E a situação passa de mal a pior, e se torna até vergonhosa, quando pais e mães dizem:“ Você deve fazer assim porque eu estou mandando”. Quando isso acontece, assinamos um “atestado de incompetência”, já que exigimos o que não praticamos. Fique atento. Se essa situação surgir, uma luz vermelha vai acender e você deve se corrigir. Talvez a melhor maneira de falar seja:“ Filho, você sabe que o papai tem o mesmo problema. Ambos erramos na mesma área. Vamos orar e pedir a Deus a ajuda do Espírito Santo para nunca mais fazermos isso… Vamos combinar que quem errar assim novamente vai ter que pagar dois reais! Vamos combinar assim?

O exemplo deve validar as palavras dos pais. Especialmente quando os filhos são pequenos, crianças, o descompasso entre o que falamos e o que fazemos confunde a criança no seu processo de aprendizagem. Quando a criança ouve uma regra que é reconhecida como certa e vê uma ação que não corresponde a essa regra, ela enfrenta um conflito em sua compreensão. Aos poucos, isso vai provocar problemas mais graves, e ela vai desenvolver conceitos como:

– não preciso dizer a verdade; – não preciso cumprir minhas promessas; – a mentira tem o mesmo valor da verdade e vice-versa; – o padrão ético será comprometido na idade jovem e adulta; – meus pais não são verdadeiros Além desses problemas, haverá muitos outros danos à formação dessa criança e ao modo como agirá quando se tornar adulto.

A autoridade dos pais, portanto, será o resultado da coerência entre “ações” e “palavras” (Jó 13.15; 1Co 11.1; Fp 3.17). A maior herança que um pai pode deixar ao seu filho é um caráter digno de ser imitado. E como isso é possível? Não conheço outro modo senão por meio do comportamento exemplar e coerente em relação a suas palavras.

Veja o que está escrito em 1 Reis 9.4-5a, numa situação na qual o Senhor se dirige a Salomão falando a respeito de seu pai, Davi: “Se andares perante mim como andou Davi, teu pai, com integridade de coração e com sinceridade, para fazeres segundo tudo o que te mandei e guardares os meus estatutos e os meus juízos, então confirmarei o trono de teu reino sobre Israel para sempre”.

Não restam dúvidas sobre o fato de que o maior legado que um pai pode deixar para os filhos não é uma fazenda com 20 mil cabeças de gado; não são cinquenta casas alugadas; não é uma carteira de investimentos com R$ 1 milhão. A maior herança e legado que um pai poderá deixar para seus filhos é um caráter digno de ser seguido.

Uma vida íntegra, digna de ser imitada, nós encontramos em um pai que é um exemplo de justiça, de honestidade, de lealdade, de verdade, de cortesia, de cavalheirismo, de humildade, de mansidão e de respeito. E nas mães da mesma maneira.

Os pais deverão ensinar a amar amando. Os pais deverão ensinar a verdade falando a verdade. Os pais deverão ensinar gentileza sendo gentis. Os pais deverão ensinar respeito respeitando. Os pais deverão ser um exemplo como marido e como esposa. Os pais deverão ser um exemplo também como filhos, como genros, como sogros, como amigos, como discípulos de Cristo. Só assim podermos pensar e desejar uma mudança mais ampla no nosso bairro, na nossa cidade, no país… e no mundo!

Toda mudança necessária à sociedade, almejada por muitos e anunciada como plano de governo dos candidatos em ano de eleição, só pode se concretizar se partir do solo familiar. As mudanças que esperamos nunca virão por iniciativa de vereadores, deputados ou senadores: elas partirão de nossa própria casa.

Não poderá haver incoerência entre o que ensinamos e o que praticamos. Se a sociedade está desta maneira hoje é porque ontem houve um tremendo descompasso entre a “fala” e a “prática”. Portanto, antes de falar, observe a si. Antes de ditar a regra, avalie seu comportamento. E então creia no melhor para a sua família, no melhor futuro para seus filhos e para vocês, pais e mães, na velhice de ambos.


Fonte: Verdade Gospel.
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E.A.G.

domingo, 25 de novembro de 2012

Quando nós amamos, nós O amamos!


Por Max Lucado
Tradução de Cynthia Rosa de Andrade Marques Almeida

“Ele responderá: 'Afirmo esta verdade solene: toda vez que vocês deixaram de fazer uma dessas coisas a algum margilado ou excluído, aquele era eu - deixaram de ajudar a mim” - Mateus 25.45 (A Mensagem).

Há muitas razões para ajudar os necessitados. 

“A benevolência é um bem para o mundo”.

“Todos nós flutuamos no mesmo oceano. Quando a maré sobe, ela beneficia a todos”. 

“Livrar alguém da pobreza é liberar o potencial dessa pessoa como um pesquisador, professor ou médico”. 

“Quando diminuímos a pobreza e a doença, reduzimos a guerra e as atrocidades. Pessoas saudáveis e felizes não ferem umas às outras”. 

A compaixão tem uma dúzia de defesas. Mas para os cristãos, nenhuma é superior a esta: quando amamos os necessitados, estamos amando Jesus. É um mistério além da ciência, uma verdade além da estatística. Mas é uma mensagem que Jesus deixou clara como cristal: quando nós os amamos, nós o amamos. 

Este é o tema do seu último sermão. A mensagem que ele deixou por último. Ele deve querer este ponto carimbado em nossa mente. Ele descreveu a cena do juízo final. O último dia, o grande Dia do Juízo. Nesse dia Jesus emitirá uma ordem irresistível. Todos virão. De navios naufragados e de cemitérios esquecidos, eles virão. De túmulos reais e de campos de batalha cobertos de grama, eles virão. De Abel, o primeiro a morrer, à pessoa sendo enterrada no momento em que Jesus chamar, todos os seres humanos da história estarão presentes. 

Todos os anjos estarão presentes. Todo o universo celestial testemunhará o evento. O desfecho surpreendente. Em algum momento Jesus “separará umas das outras como o pastor separa as ovelhas dos bodes” (Mt. 25.32). Os pastores fazem isto. Eles andam pelo rebanho e, um a um, com o uso de uma vara conduzem os bodes em uma direção e as ovelhas em outra. Gráfico, este pensamento do Bom Pastor percorrendo o rebanho da humanidade. Você. Eu. Nossos pais e filhos. “Max, vá por aqui”. “Ronaldo, lá”. “Maria, deste lado”. 

Como uma pessoa pode imaginar este momento sem o aparecimento repentino desta pergunta imprescindível:

O que determina sua escolha? Como Jesus separa as pessoas? 

Jesus dá a resposta. Aqueles à direita, as ovelhas, serão aqueles que o alimentaram quando ele estava com fome, que o trouxeram água quando ele estava com sede, que lhe deram hospedagem quando ele estava solitário, roupa quando ele estava nu e consolo quando ele estava doente ou preso. A marca do salvo é a sua preocupação com os necessitados. A compaixão não os salva – ou nós. A salvação é a obra de Cristo. A compaixão é consequência da salvação. 

As ovelhas responderão com uma pergunta sincera: quando? Quando nós o alimentamos, visitamos, vestimos ou consolamos (versículos 34-39)? 

Jesus relatará, um a um, todos os atos de bondade. Cada ação feita para melhorar a situação de outra pessoa. Mesmo as menores. Na verdade, todas elas parecem pequenas. Dar água. Oferecer comida. Compartilhar roupa. As obras de misericórdia são ações simples. E ainda assim, nestas simples ações nós servimos Jesus. Espantosa é esta verdade: nós servimos Cristo servindo as pessoas necessitadas.

Algumas delas moram em nossa vizinhança; outras moram nas selvas onde você não consegue entrar e têm nomes que você não consegue pronunciar. Algumas delas brincam em favelas de papelão ou vendem sexo em uma rua movimentada. Algumas delas caminham por três horas para conseguir água ou esperam o dia inteiro por uma dose de penicilina. Algumas delas trouxeram suas aflições para si mesmas e outras herdaram a confusão dos seus pais. 

Nenhum de nós pode ajudar todas as pessoas. Mas todos nós podemos ajudar alguém. E quando as ajudamos, nós servimos Jesus. Quem gostaria de perder uma chance de fazer isso? 

“Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: "Venham, vocês que são abençoados pelo meu Pai! Venham e recebam o Reino que o meu Pai preparou para vocês desde a criação do mundo. Pois eu estava com fome, e vocês me deram comida; estava com sede, e me deram água. Era estrangeiro, e me receberam na sua casa. Estava sem roupa, e me vestiram; estava doente, e cuidaram de mim. Estava na cadeia, e foram me visitar” - Mateus 25.34-46 (NTLH). 

Senhor, onde eu o vi ontem... e não o reconheci? Onde eu o encontrarei hoje... e falharei em o identificar adequadamente? Meu Pai, dê-me olhos para ver, um coração para responder e mãos e pés para servi-lo em qualquer lugar que o senhor me encontrar! Transforme-me, Senhor, pelo seu Espírito em um servo de Cristo, que se alegra em atender as necessidades dos que estão ao meu redor. Faça de mim um letreiro da sua graça, um anúncio vivo das riquezas da sua compaixão. Eu almejo ouvi-lo dizer para mim um dia, “Muito bem, servo bom e fiel”. E eu oro para que hoje eu seja esse servo fiel que faz bem ao fazer o bem. Em nome de Jesus eu oro, amém.

Fonte: Max Lucado via Irmãos.Com 

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Pr. Josué Gonçalves - resgatando a paternidade integral


Resgatando a paternidade integral – Parte 1 de 3.

Pr Josué Gonçalves 

Todo filho quer “presença” antes de “presentes”

A presença dos pais na vida dos filhos é um bem insubstituível. Nenhuma ausência pode ser recompensada, substituída ou comprada, mesmo que você fique um mês brincando nos parques da Disney com seus filhos.

Isso tem a ver com o tempo. E, quando menciono o tempo, refiro-me a tempo com qualidade, tempo na hora certa – e não a sobra do seu tempo, quando você está cansado ou até mesmo irritado.

Quando tocamos no assunto do descanso semanal, muitos de nós imaginamos que o povo judeu apenas descansava durante o sábado. Mas em seu livro Tempo para viver, Hans Bürki ensina algo sobre o shabbat judaico, o sábado, e uma das coisas que mais chamou minha atenção é que ele descreve o ritual para esperar o shabbat. O judeu não esperava o sábado chegar para ficar com as pernas sobre um pufe vendo TV. Na sexta-feira, ele realizava todos os preparativos, deixava tudo pronto, tudo feito, comida, roupas de cama e mesa, roupas pessoais, para então ter um dia somente dedicado ao Senhor.

Assim, quando transportamos esse princípio do povo de Deus na Antiga Aliança para nós, povo de Deus na Nova Aliança, aprendemos a necessidade de também valorizar o tempo com a herança de Deus para nós, que são os filhos. Precisamos ver a educação de nossas crianças de modo mais responsável; precisamos ter em mente que nossa convivência com eles deve incluir, olhar em seus olhos, brincar os jogos deles, discutir os assuntos que são do interesse deles, pois essa, sim, é a companhia, a presença que faz a diferença.

Se você tem pouco tempo para dedicar a seus filhos, use-o de modo que você esteja com o pensamento centrado nas atividades que vocês estão fazendo juntos. Toda criança percebe quando você valoriza estar com ela e se interessa esse tempo que passam juntos: nós não conseguimos enganar nossos filhos. Portanto, preocupe-se em preparar um momento diário ou semanal para que seu filho saiba que vai encontrar você quando esse momento chegar. Crie o hábito, faça disso um lugar seguro e agradável para ele. E se precisar, incremente sua relação surpreendendo-o, dando a ele “mais presentes”, ou seja, “criando mais espaço na sua agenda” – espaços em horários que ele não esperava, mas que você criou com amor, pensando nos benefícios emocionais que isso vai trazer a quem saiu de suas entranhas.

Veja o que a Bíblia diz em Deuteronômio 6.6,7: “Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, andando pelo caminho, e ao deitar-te e ao levantar-te”.

A orientação que Deus estava dando a Moisés era para que ele instruísse os israelitas a serem educadores de seus filhos. Toda criança era educada na primeira infância por sua mãe e na adolescência ela passava a ser instruída por seu pai, que a introduzia na sociedade quando se tornava um jovem. Havia, e há ainda hoje, uma cerimônia para marcar essa passagem: o Bar Mitzvah. Uma vez que pai e mãe tem papéis definidos na educação de seus filhos, isso significa que não há como educá-los e nem torná-los nossos discípulos, se não houver investimento de tempo. Você conhece algum meio de educar e discipular sem investir tempo? De fato, não existe.

Repare a abordagem pedagógica que Deus apresenta a Moisés: falar andando, falar ao deitar-se, falar ao levantar-se, falar assentando-se em casa com os filhos. Veja que discipulado constante de pai para filho, a todo momento, em todo lugar! Isso tem a ver com tempo de qualidade a que nos referimos.

Certo dia, um pai entrou no quarto do seu filhinho e surpreendeu-se ao ver seu filhinho ajoelhado à beira da cama, fazendo uma oração no mínimo diferente:

Senhor, faz de mim uma televisão. Senhor transforma-me num aparelho de televisão, para que meu pai passe tanto tempo comigo como ele passa em frente à TV.; para que meu pai olhe mais para mim, como ele olha tão fixamente, demoradamente para a televisão; para que ele se preocupe comigo assim como ele se preocupa com a televisão, que, quando quebra, vai logo para o conserto.

A presença dos pais na vida dos filhos é insubstituível. O tempo é a moeda de maior valor que possuímos na nossa relação com eles. Guarde isso em seu coração: escreva num bilhete e coloque sobre a sua mesa, cole no monitor de seu computador pessoal.

O seu amor é demonstrado pelo investimento de tempo que você faz na vida do seu filho. Se dissermos que o amamos, mas não passarmos mais que dez minutos por dia com eles, que avaliação será feita sobre esse amor? Se você diz que o ama, mas não tira tempo no final de semana para os seus filhos, investindo tempo com qualidade, que nota vai receber deles?

Desculpe-me, mas, se é isso o que acontece, receio que você não o ame. E o meu receio se justifica, porque quem ama investe a moeda de maior valor chamada tempo.

― Quanto tempo diário você dedica aos seus filhos?

― Quanto tempo você dedica aos seus filhos no final de semana?

 ― Qual é o dia da semana em que você reserva um tempo para dar atenção especial aos seus filhos?

A Palavra do Senhor diz em Salmo 128.3b: “… em volta da mesa, os seus filhos serão como oliveiras novas”. Perceba nesse versículo a ênfase em uma situação aparentemente tão corriqueira, mas que pode ser transformada num exercício inicial para que você e seu filho comecem a passar mais tempo juntos: em volta da mesa. Combine, por exemplo, de ter uma refeição por dia com seu filho. Programe-se para dedicar mais tempo, tempo com qualidade, a quem ama você.

Visite o site do autor: Amo Família 

Fonte: Verdade Gospel

domingo, 23 de setembro de 2012

Orando por nossos filhos

Por Arimateia Barboza

"Por este menino orava eu, e o Senhor me concedeu a petição que eu lhe fiz" - I Samuel 1.27.

O apóstolo Paulo, falando sobre os tempos difíceis, declarou que nos últimos dias os filhos seriam desobedientes aos seus pais. Na medida em que a história deste mundo aproxima-se do final, o relacionamento entre pais e filhos de um modo geral tende a se degradar. É comum recebermos notícias pela mídia de filhos que agrediram e até mataram os pais. O recente exemplo de Suzane von Richthofen que matou seus pais com a ajuda do seu namorado e do irmão dele mostra quão frio pode se tornar o relacionamento entre pais e filhos.

O verso de hoje mostra quão eficiente pode ser a oração de uma mãe ou pai pelo seu filho. Ana começou a orar por seu filho Samuel antes mesmo dele ser concebido em seu ventre. A Palavra de Deus relata uma oração fervorosa, misturada com lágrimas, expressando toda sinceridade desta futura mãe. Ana miraculosamente concebeu e deu a luz ao menino Samuel que, mesmo vivendo num ambiente contaminado por um sacerdócio corrompido, foi um grande profeta de Deus.

Esta mensagem da Palavra de Deus é para os pais e mães, para que não cessem de orar por seus filhos. Talvez a resposta do Senhor não seja tão imediata, mas nosso Pai de Amor tem os seus ouvidos sensíveis para as orações intercessórias dos pais em favor dos seus filhos.

Fonte: jesus.vida.plena@gmail.com  via Sertão Informado

segunda-feira, 23 de abril de 2012

A fidelidade e a coragem

Por Lília Paz

"Então Josué abençoou Calebe, filho de Jefoné, e lhe deu Hebrom por herança.Por isso, até hoje, Hebrom pertence aos descendentes de Calebe . . . pois ele foi inteiramente fiel ao Senhor, ao Deus de Israel." - Josué 14.13-14.

Bom dia, amados do Senhor!

Desde domingo o Espírito Santo tem ministrado em minha vida sobre fidelidade. Falar da fidelidade de Deus é algo muito comum para nós, mas a Palavra que me veio para meditação hoje é a cerca da fidelidade de um homem: Calebe. 

Este homem enfrentou toda covardia e não se rendeu antes da luta começar, não teve medo de gigantes, nem de montanhas, porque sabia que o Senhor o ajudaria a conquistá-los. Calebe confiou na promessa que havia sido feita. Se a vida anda difícil demais e você anda inibido pelas dificuldades e lutas diárias, lembre-se da terra que lhe foi prometida. Não se acomode, não seja covarde. Seja corajoso como Josué e Calebe, e viva o cumprimento das promessas que o Senhor lhe fez!

Tenham todos um ótimo dia na presença do Senhor!

Fonte: blog Lília Paz

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

É verdade, você venceu!

"Não duvidar em seu coração"...  (Mateus 11.23)

Em Romanos 8.33-37, Paulo não escreveu que somos vencedores... Disse que somos mais... Repito: somos mais do que vencedores! Isso quer dizer o quê? Nós temos a vitória nas mãos antes de sair para guerrear. Nada pode nos condenar, porque é Deus quem nos justifica. Cristo ressuscitou e está à direita do Pai intercedendo por nós. Diante dos perigos que nos ronda, da angústia que tenta nos assaltar, e até perante alguns que se comportam como predadores e queiram nos  arrastar aos matadouros feito ovelhas, em todas essas terríveis tribulações somos mais do que vencedores.

A dúvida talvez vagueie a mente do cristão atribulado, mas jamais deverá ser aceita. Quando existe a rejeição da incerteza, colocando-a em confronto com a Palavra de Deus, a fé se sobrepõe à interrogação.

E em simultaneidade, durante a briga da fé com a dúvida, que também é a luta da carne contra o Espírito, o monte de problemas é removido, segundo a ordem expressada pronunciando o nome que tem toda autoridade, que é o nome de Jesus.

A luta da dúvida, querendo entrar em nosso coração, é uma batalha que já vencemos quando Jesus Cristo ressuscitou. Basta não desanimar para que sintamos o gosto da vitória, que não precisamos nos esforçar para conquistar, porque o Filho de Deus já fez tudo em nosso lugar.

Este é o meu testemunho aqui: já recebi muitas bênçãos enquanto rejeitava a dúvida. Ela não estava ausente quando me vi e fui reconhecido mais que vitorioso. Então, diante da dúvida, não pense que fracassou. Não desanime, não cruze os braços, examine as Escrituras e pratique a Palavra de Deus no tocante ao problema que estiver passando. Fazendo isso, a vitória que já está presente em sua vida o envolverá você plenamente e todos em sua volta observarão e testemunharão: Olhe ali aquela pessoa, ela é alguém muito mais do que feliz, ela é muito mais do que vencedora!