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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Pr. Josué Gonçalves - resgatando a paternidade integral


Resgatando a paternidade integral – Parte 1 de 3.

Pr Josué Gonçalves 

Todo filho quer “presença” antes de “presentes”

A presença dos pais na vida dos filhos é um bem insubstituível. Nenhuma ausência pode ser recompensada, substituída ou comprada, mesmo que você fique um mês brincando nos parques da Disney com seus filhos.

Isso tem a ver com o tempo. E, quando menciono o tempo, refiro-me a tempo com qualidade, tempo na hora certa – e não a sobra do seu tempo, quando você está cansado ou até mesmo irritado.

Quando tocamos no assunto do descanso semanal, muitos de nós imaginamos que o povo judeu apenas descansava durante o sábado. Mas em seu livro Tempo para viver, Hans Bürki ensina algo sobre o shabbat judaico, o sábado, e uma das coisas que mais chamou minha atenção é que ele descreve o ritual para esperar o shabbat. O judeu não esperava o sábado chegar para ficar com as pernas sobre um pufe vendo TV. Na sexta-feira, ele realizava todos os preparativos, deixava tudo pronto, tudo feito, comida, roupas de cama e mesa, roupas pessoais, para então ter um dia somente dedicado ao Senhor.

Assim, quando transportamos esse princípio do povo de Deus na Antiga Aliança para nós, povo de Deus na Nova Aliança, aprendemos a necessidade de também valorizar o tempo com a herança de Deus para nós, que são os filhos. Precisamos ver a educação de nossas crianças de modo mais responsável; precisamos ter em mente que nossa convivência com eles deve incluir, olhar em seus olhos, brincar os jogos deles, discutir os assuntos que são do interesse deles, pois essa, sim, é a companhia, a presença que faz a diferença.

Se você tem pouco tempo para dedicar a seus filhos, use-o de modo que você esteja com o pensamento centrado nas atividades que vocês estão fazendo juntos. Toda criança percebe quando você valoriza estar com ela e se interessa esse tempo que passam juntos: nós não conseguimos enganar nossos filhos. Portanto, preocupe-se em preparar um momento diário ou semanal para que seu filho saiba que vai encontrar você quando esse momento chegar. Crie o hábito, faça disso um lugar seguro e agradável para ele. E se precisar, incremente sua relação surpreendendo-o, dando a ele “mais presentes”, ou seja, “criando mais espaço na sua agenda” – espaços em horários que ele não esperava, mas que você criou com amor, pensando nos benefícios emocionais que isso vai trazer a quem saiu de suas entranhas.

Veja o que a Bíblia diz em Deuteronômio 6.6,7: “Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, andando pelo caminho, e ao deitar-te e ao levantar-te”.

A orientação que Deus estava dando a Moisés era para que ele instruísse os israelitas a serem educadores de seus filhos. Toda criança era educada na primeira infância por sua mãe e na adolescência ela passava a ser instruída por seu pai, que a introduzia na sociedade quando se tornava um jovem. Havia, e há ainda hoje, uma cerimônia para marcar essa passagem: o Bar Mitzvah. Uma vez que pai e mãe tem papéis definidos na educação de seus filhos, isso significa que não há como educá-los e nem torná-los nossos discípulos, se não houver investimento de tempo. Você conhece algum meio de educar e discipular sem investir tempo? De fato, não existe.

Repare a abordagem pedagógica que Deus apresenta a Moisés: falar andando, falar ao deitar-se, falar ao levantar-se, falar assentando-se em casa com os filhos. Veja que discipulado constante de pai para filho, a todo momento, em todo lugar! Isso tem a ver com tempo de qualidade a que nos referimos.

Certo dia, um pai entrou no quarto do seu filhinho e surpreendeu-se ao ver seu filhinho ajoelhado à beira da cama, fazendo uma oração no mínimo diferente:

Senhor, faz de mim uma televisão. Senhor transforma-me num aparelho de televisão, para que meu pai passe tanto tempo comigo como ele passa em frente à TV.; para que meu pai olhe mais para mim, como ele olha tão fixamente, demoradamente para a televisão; para que ele se preocupe comigo assim como ele se preocupa com a televisão, que, quando quebra, vai logo para o conserto.

A presença dos pais na vida dos filhos é insubstituível. O tempo é a moeda de maior valor que possuímos na nossa relação com eles. Guarde isso em seu coração: escreva num bilhete e coloque sobre a sua mesa, cole no monitor de seu computador pessoal.

O seu amor é demonstrado pelo investimento de tempo que você faz na vida do seu filho. Se dissermos que o amamos, mas não passarmos mais que dez minutos por dia com eles, que avaliação será feita sobre esse amor? Se você diz que o ama, mas não tira tempo no final de semana para os seus filhos, investindo tempo com qualidade, que nota vai receber deles?

Desculpe-me, mas, se é isso o que acontece, receio que você não o ame. E o meu receio se justifica, porque quem ama investe a moeda de maior valor chamada tempo.

― Quanto tempo diário você dedica aos seus filhos?

― Quanto tempo você dedica aos seus filhos no final de semana?

 ― Qual é o dia da semana em que você reserva um tempo para dar atenção especial aos seus filhos?

A Palavra do Senhor diz em Salmo 128.3b: “… em volta da mesa, os seus filhos serão como oliveiras novas”. Perceba nesse versículo a ênfase em uma situação aparentemente tão corriqueira, mas que pode ser transformada num exercício inicial para que você e seu filho comecem a passar mais tempo juntos: em volta da mesa. Combine, por exemplo, de ter uma refeição por dia com seu filho. Programe-se para dedicar mais tempo, tempo com qualidade, a quem ama você.

Visite o site do autor: Amo Família 

Fonte: Verdade Gospel

domingo, 23 de setembro de 2012

Orando por nossos filhos

Por Arimateia Barboza

"Por este menino orava eu, e o Senhor me concedeu a petição que eu lhe fiz" - I Samuel 1.27.

O apóstolo Paulo, falando sobre os tempos difíceis, declarou que nos últimos dias os filhos seriam desobedientes aos seus pais. Na medida em que a história deste mundo aproxima-se do final, o relacionamento entre pais e filhos de um modo geral tende a se degradar. É comum recebermos notícias pela mídia de filhos que agrediram e até mataram os pais. O recente exemplo de Suzane von Richthofen que matou seus pais com a ajuda do seu namorado e do irmão dele mostra quão frio pode se tornar o relacionamento entre pais e filhos.

O verso de hoje mostra quão eficiente pode ser a oração de uma mãe ou pai pelo seu filho. Ana começou a orar por seu filho Samuel antes mesmo dele ser concebido em seu ventre. A Palavra de Deus relata uma oração fervorosa, misturada com lágrimas, expressando toda sinceridade desta futura mãe. Ana miraculosamente concebeu e deu a luz ao menino Samuel que, mesmo vivendo num ambiente contaminado por um sacerdócio corrompido, foi um grande profeta de Deus.

Esta mensagem da Palavra de Deus é para os pais e mães, para que não cessem de orar por seus filhos. Talvez a resposta do Senhor não seja tão imediata, mas nosso Pai de Amor tem os seus ouvidos sensíveis para as orações intercessórias dos pais em favor dos seus filhos.

Fonte: jesus.vida.plena@gmail.com  via Sertão Informado

segunda-feira, 23 de abril de 2012

A fidelidade e a coragem

Por Lília Paz

"Então Josué abençoou Calebe, filho de Jefoné, e lhe deu Hebrom por herança.Por isso, até hoje, Hebrom pertence aos descendentes de Calebe . . . pois ele foi inteiramente fiel ao Senhor, ao Deus de Israel." - Josué 14.13-14.

Bom dia, amados do Senhor!

Desde domingo o Espírito Santo tem ministrado em minha vida sobre fidelidade. Falar da fidelidade de Deus é algo muito comum para nós, mas a Palavra que me veio para meditação hoje é a cerca da fidelidade de um homem: Calebe. 

Este homem enfrentou toda covardia e não se rendeu antes da luta começar, não teve medo de gigantes, nem de montanhas, porque sabia que o Senhor o ajudaria a conquistá-los. Calebe confiou na promessa que havia sido feita. Se a vida anda difícil demais e você anda inibido pelas dificuldades e lutas diárias, lembre-se da terra que lhe foi prometida. Não se acomode, não seja covarde. Seja corajoso como Josué e Calebe, e viva o cumprimento das promessas que o Senhor lhe fez!

Tenham todos um ótimo dia na presença do Senhor!

Fonte: blog Lília Paz

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

É verdade, você venceu!

"Não duvidar em seu coração"...  (Mateus 11.23)

Em Romanos 8.33-37, Paulo não escreveu que somos vencedores... Disse que somos mais... Repito: somos mais do que vencedores! Isso quer dizer o quê? Nós temos a vitória nas mãos antes de sair para guerrear. Nada pode nos condenar, porque é Deus quem nos justifica. Cristo ressuscitou e está à direita do Pai intercedendo por nós. Diante dos perigos que nos ronda, da angústia que tenta nos assaltar, e até perante alguns que se comportam como predadores e queiram nos  arrastar aos matadouros feito ovelhas, em todas essas terríveis tribulações somos mais do que vencedores.

A dúvida talvez vagueie a mente do cristão atribulado, mas jamais deverá ser aceita. Quando existe a rejeição da incerteza, colocando-a em confronto com a Palavra de Deus, a fé se sobrepõe à interrogação.

E em simultaneidade, durante a briga da fé com a dúvida, que também é a luta da carne contra o Espírito, o monte de problemas é removido, segundo a ordem expressada pronunciando o nome que tem toda autoridade, que é o nome de Jesus.

A luta da dúvida, querendo entrar em nosso coração, é uma batalha que já vencemos quando Jesus Cristo ressuscitou. Basta não desanimar para que sintamos o gosto da vitória, que não precisamos nos esforçar para conquistar, porque o Filho de Deus já fez tudo em nosso lugar.

Este é o meu testemunho aqui: já recebi muitas bênçãos enquanto rejeitava a dúvida. Ela não estava ausente quando me vi e fui reconhecido mais que vitorioso. Então, diante da dúvida, não pense que fracassou. Não desanime, não cruze os braços, examine as Escrituras e pratique a Palavra de Deus no tocante ao problema que estiver passando. Fazendo isso, a vitória que já está presente em sua vida o envolverá você plenamente e todos em sua volta observarão e testemunharão: Olhe ali aquela pessoa, ela é alguém muito mais do que feliz, ela é muito mais do que vencedora! 

sábado, 12 de novembro de 2011

O fruto do Espírito é...

O fruto do Espírito é alegria.

As nove características do fruto do Espírito refletem a personalidade de Jesus Cristo.

Alguns pensam que seja a expressão corporal, mas não encontramos nenhuma passagem bíblica que tenha registrado que nosso Senhor Jesus tenha sorrido.

A alegria do Espírito é muito mais do que sorrir, pular, rodopiar. Essa expressividade independe da presença do Espírito, ela é humana. Pode ser vista nos estádios de futebol, shows de cantores seculares, nos carnavais e casas de mulheres estranhas ao projeto divino da instituição familiar.

Qual é a alegria de Jesus? É aquela sensação concreta de satisfação dentro da alma. É a produção em larga escala de tranquilidade ao nosso derredor. É a capacidade de fazer outros sorrirem e sentirem-se em paz diante da nossa presença. É a capacidade de dar vigor ao desanimado, é a mão sempre amiga que edifica a vida quase que totalmente destruída pelo inimigo de todas as almas.

Qual é a alegria de Jesus? É a capacidade de ser responsável em criar momentos hoje, que amanhã se transformarão em boas lembranças, flashes nostálgicos, lembranças que se instalarão na memória de quem convive com a gente.

O fruto nasce do esforço. Prepara-se a terra, planta-se a semente, rega-se a plantinha, poda-se a árvore, e tira-se o fruto na época certa. E depois? Come-se. Quem comerá? O fruto é do Espírito e Ele quer sentir o sabor do que semeamos e ceifamos como cristãos.

A alegria de Deus é a nossa força. Se estamos entregando ao nosso Deus o fruto inteiro, todos os nove ingredientes, então, Ele se alegra, tal qual se alegrou com a oferta entregue por Abel. E consequentemente somos fortalecidos por causa da satisfação divina que provocamos no paladar do Criador.

Abraço, na paz e alegria do Espírito.

E.A.G.
http://belverede.blogspot.com/

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Chave da felicidade: equilíbrio

A chave da felicidade é o equilíbrio nas relações interpessoais.

Você deve conhecer 1ª Coríntios 13, que é muito bem identificado como o capítulo do amor. E deve se lembrar que na descrição de amor, Paulo escreveu "o amor não busca seu próprio interesse".

Pois bem, são muitas as pessoas que pensam que ser praticante do amor é viver sofrendo, fazer outros felizes sem nunca encontrar a felicidade.

Não sei se você pensa desse jeito, mas preciso dizer que pensar assim é um erro. Por quê?

Porque, primeiro, existe o ciclo ação e reação, a lei da semeadura. Quem não é interesseiro, quem não é egoísta, quem não é egocêntrico, planta coisas boas. Então, no tempo certo colherá tudo de bom que semeou.

Em segundo lugar, porque Jesus mandou todos os cristãos serem equilibrados ao se relacionarem uns com os outros. O mandamento equilibra os relacionamentos quanto ao uso do amor. É: "amai o próximo como a si mesmo" (Lucas 10.25-28; Gálatas 5.14).

Portanto, praticar amor não significa viver humilhado, viver se rebaixando. Esta atitude de inferioridade não é prática de amor, segundo o que Deus quer de nós. Todos devemos buscar a felicidade dos outros e também a própria, o bem-estar do semelhante e também o bem-estar pessoal.

E, é preciso equilibrar-se sempre observando se estamos nos comportando de acordo com as orientações bíblicas (Salmo 119.105).

E.A.G.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Paz e amor entre cristãos

Comecei a navegar na Rede Mundial de Computadores em 2005. Transformei-me em blogueiro no segundo semestre de 2006. E fazendo postagens quase que diárias em blogs com editorial cristão, consequentemente ganhei alguma experiência.

As situações mais indigestas como blogueiro evangélico foram: calúnia, ameaças, e mais recentemente, insultos racistas. Os piores momentos surgiram de pessoas que via como irmão em Cristo Jesus. Apesar de tudo, não digo que eles não sejam meus irmãos de fé. Quem sou eu para declarar isso? Todos nós passamos pela fase de amadurecimento espiritual.


Sobre relacionamentos interpessoais, li e aprendi o seguinte:

• Deus dá felicidade para quem pensa em reparti-la;

.• produzir o bem é melhor que reclamar de males;

• servir e desejar ser útil são atitudes que requerem olhar o próximo pela perspectiva dos olhos de Deus;

• a paz que eu quero em minha vida também depende do meu esforço em ser pacificador;

• a compreensão que eu peço aos outros também depende da minha disposição para ser compreensível;

• a bondade que eu admiro na vida de outros e quero praticar naturalmente em minha vida também depende da minha vontade de praticá-la e fazê-la sempre presente em meus dias difíceis;

• atrapalhar o próximo e habituar-se a fazer queixas paralisa projetos de vida e de espiritualidade, portanto, é preciso empreender concentração que faça fixar os olhos nas melhores opções da vida;

• o diálogo, base da convivência saudável, depende também de mim, não só daqueles que são os meus interlocutores;

• o amor que eu quero viver diariamente também depende da minha disposição em oferecê-lo aos outros cotidianamente;

• o crescimento espiritual começa quando escolhemos servir e valorizar o próximo tanto quanto queremos ser servidos e valorizados, quando o que nos incomoda é posto em segundo plano e os objetivos coletivos são priorizados.


Faço votos que o amor seja o juiz dentro do seu coração. Assim como eu, espero que todos aprendam que o amor é a ponte que nos permite passar por cima das dificuldades, que o amor é a bússola que aponta para a direção do céu. Assim como eu entendi, tenho esperança que todos entendam que se o coração é a residência do amor, recebemos amparo divino, renovação de forças e alegria de Deus para nossas vidas.

E.A.G.